PROFILES
PAULO JR.

 
Discografia
. Bestial Devastation EP (1985)
. Morbid Visions (1986)
. Schizophrenia (1987)
. Beneath The Remains (1989)
. Arise (1991)
. Chaos AD (1993)
. Roots (1996)
. Against (1998)
. Nation (2001)
. Revolusongs EP (2002)
. Roorback (2003)

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Nome Completo:
Paulo Xisto Pinto Junior
. Data de nascimento: 30.Abril.1969
. Local de nascimento: Belo Horizonte, MG - BRASIL

. QUAL SEU BICHO DE ESTIMCÃO?
1 cão, Chow-chow, chamado Adam

. VOCÊ TEM ALGUMA COLEÇÃO?
Instrumentos, coisas do SEPULTURA (entrevistas, fotos, essas coisas...), toda porcaria que dã pra colecionar eu coleciono.

. QUAL SEU PASSATEMPO?
Jiu-jitsu, eu praticava aeromodelismo, ainda tenho alguns aviões e um autorama, mas faz muito tempo que eu não brinco com eles.

. VOCÊ É UMA PESSOA RELIGIOSA?
Sempre

. ONDE VOCÊ GOSTA DE ESTAR?
Qualquer lugar legal com amigos

. TEM ALGUM OUTRO EMPREGO? PROJETO SOLO? TOCA EM OUTRA BANDA?
Não. Não. Banda do Napa.

. FAVORITOS...
Esporte: Gracie Jiu-Jitsu
Time: Atlético Mineiro
Bebida: Cerveja e água. A cerveja pra chapar e a água pra limpar no dia seguinte
Comida: Sem dúvida brasileira e japonesa
Filme: O Senhor dos Anéis
Desenhos: Warner bros.
Livros: Agora eu estou lendo O Senhor dos Anéis
Lugar: Belo Horizonte
Banda: Tem um monte. Uma delas é o Rush. E o Iron Maiden. Mas ultimamente eu tenho escutado de tudo.
Música: Impossível dizer, não tem só uma
Vídeo clipe: ainda está por vir
Disco: ainda está por vir
Música/Disco do Sepultura: Tocando, é difícil de dizer, cada disco tem alguma coisa especial. Atualmente meu disco favorito é o AGAINST, porque depois de todas as mudanças pelas quais a banda passou, a gente se manteve em pé, fazendo o que a gente sempre fez e testando coisas novas. O lance com o KODO foi ótimo. O lance com os Xavantes, está tudo ligado.

. PRIMEIRO...
Instrumento que tocou: só o baixo
Disco que comprou: Kiss - Destroyer
Show que você foi: Acho que foi do Overdose, mas o primeiro show grande eu não lembro
Show do Sepultura que você tocou: Foi no Ideal Clube, em Santa Teresa, BH. Se não me engano foi 30.Mar.1985.
Show internacional do Sepultura: Foi em Viena, Áustria, 1989. Foi um show bem legal. Todo mundo estava um pouco nervoso e com medo. A gente se preocupava em tocar todos os dias, coisa que nunca tínhamos feito, mas depois de uma semana tocando todo dia descobrimos que era melhor do que tocar só no fim-de-semana ou quando tinha oportunidade. Foi legal e foi inesquecível por ter sido o primeiro show fora do Brasil da carreira. E estávamos muito ansiosos para tocar fora do país pela primeira vez.

. MELHOR...
Show do Sepultura: É difícil responder, a maioria dos shows foram bons. Mas um especial foi esse primeiro fora do Brasil, outro foi em 1992 com o Black Sabbath na re-união da banda, o Rock in Rio, o Hollywood Rock. Mas agora o melhor é a Turnê Brasileira. Finalmente está acontecendo!!
Turnê: Todas foram boas, difícil pegar uma. A primeira foi legal porque viajamos pra fora do Brasil pela primeira e foi uma zona. Apesar do relacionamento ruim com o Max no final de 1996, a turnê do Roots foi muito importante, porque tocamos mais músicas e foi bom. A turnê com o Pantera foi legal, a com o Ozzy foi bem legal, a com o Ministry foi legal, várias delas foram boas.
Banda em turnê: Nós tocamos com um monte de gente, Pantera, Biohazard e todo mundo foi legal. O pessoal do Ozzy, o Helmet, tem tanta gente que agora eu nem me lembro, Clutch, Sick of it All, Napalm Death, Sacred Reich. Na maioria das bandas os caras são gente boa, sempre dá pra se relacionar bem com as outras bandas.

. COM QUEM GOSTARIA DE SAIR EM TURNÊ?
Com os meus ídolos.

. COM QUEM GOSTARIA DE TRABALHAR EM ESTÚDIO?
Não sei. Eu estou satisfeito com o trabalho que a gente fez junto ao Howard Benson nesse disco novo. Acho que todo mundo achou que foi uma boa experiência. Cada disco é único, numa fase diferente, com idéias diferentes. Pode ser que no próximo disco vai ser alguém diferente, quem sabe. Foi muito legal o que a gente fez com o Jason Newsted no estúdio dele em São Francisco. Ainda temos muito que fazer.

. QUAL FOI A MAIOR EMOÇÃO QUE TEVE NA CARREIRA?
Muitas coisas. É importante lembrar o dia que conseguimos o contrato com uma gravadora internacional. O primeiro dia que tocamos fora do Brasil. O dia que tocamos com o Sabbath, que foi a primeira reunião dos membros originais da banda depois de muito tempo. O show gratuito na Praça Charles Muller com quase 40.000 pessoas é importante também. Músicos que você sempre adorou desde seus 13, 14 anos de idade, hoje vêm até você e conversam no mesmo nível e mostram que respeitam seu trabalho, que te elogiam, isso também é parte da carreira.

. QUE OCASIÃO DEVE SER SEMPRE LEMBRADA?
Também tem um monte. O lance com os Xavantes nós vamos lembrar sempre, porque foi muito diferente de tudo. O lance com o KODO também foi diferente e marcou. O trabalho com o Jason vai estar marcado também, ele queria gravar conosco já havia muito tempo, porque ele sempre gostou da banda. E tem muito mais.

. INFLUÊNCIAS EM CADA DISCO:
No começo era mais Death Metal, Venom, e a cada disco a coisa foi ficando mais ampla. Hoje em dia até Falcão está valendo como influência, agora é mais aberto. É lógico que há anos atrás era tudo mais Metal, mas a gente estava sempre ouvindo outros estilos de música, aprendendo e sendo influenciados por outras coisas também.

. COMO VOCÊ CRIA AS MÚSICAS?
Normalmente a música acontece nos ensaios, tocando, as idéias vão surgindo, nós gravamos em alguma fita, ouvimos, mudamos. O que é utilizável fica, o que não é jogamos fora. Não tem segredo, é só tocar. No Against muita coisa foi gravada nos ensaios, foi mudando, fizemos várias demos buscando todas as opções possíveis na época até chegarmos às conclusões que chegamos. Mas tocar é tudo.

. COMO VOCÊ ENTROU NA BANDA?
Foi por volta de, se não me engano, 17.Ago.1984. O Max e o Igor, em Santa Teresa, em uma praça perto de casa, acontecia uma feira hippie onde o povo se encontrava. A gente tinha um amigo em comum e começamos a sair junto, depois eu entrei na banda.